Mesa-redonda promove reflexão sobre cidade, espaço público e fotografia na arquitetura

 
 
 

Mesa-redonda promove reflexão sobre cidade, espaço público e fotografia na arquitetura

conversa pública integrada no programa paralelo da exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70”.

Realizou-se no passado dia 29 de maio a mesa-redonda e conversa pública integrada no programa paralelo da exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70”, uma iniciativa que proporcionou um espaço de reflexão e debate em torno das relações entre arquitetura, fotografia, cidade e espaço público.

A sessão teve início com a abertura oficial assegurada pela arquiteta Adriana Floret, uma vez que, por motivos de ordem particular, o presidente da Ordem dos Arquitectos, arquiteto Avelino Oliveira, não pôde estar presente.

A conversa, moderada por Pedro Leão Neto e Maria Neto, partiu do diálogo entre a exposição Wide-Angle View e o projeto de investigação científica “50 anos do 25 de Abril: as geografias das dinâmicas sociais, económicas e políticas”, procurando discutir de que forma a imagem, a arquitetura e a investigação científica podem contribuir para uma compreensão mais crítica das transformações urbanas e territoriais das últimas décadas.

Nas intervenções introdutórias, os moderadores destacaram a atualidade do legado da série Manplan, sublinhando a importância de recentrar a arquitetura na experiência quotidiana das pessoas e de compreender a cidade como um espaço social, político e democrático. A reflexão incidiu igualmente sobre o papel da fotografia enquanto instrumento crítico capaz de tornar visíveis as relações entre território, habitação, desigualdades e cidadania.

A mesa-redonda reuniu Teresa Sá Marques, Olívia Marques da Silva, Attilio Fiumarella e Adriana Floret, cujos contributos permitiram abordar o tema a partir de perspetivas complementares. A partir da geografia e do ordenamento do território, Teresa Sá Marques destacou os desafios colocados pelas profundas transformações sociais e territoriais ocorridas em Portugal nas últimas décadas, chamando a atenção para as desigualdades que persistem no acesso à habitação, aos serviços e às oportunidades urbanas.

Por seu lado, Attilio Fiumarella refletiu sobre a capacidade da fotografia de revelar dimensões frequentemente invisíveis da cidade contemporânea, defendendo a imagem como um instrumento de questionamento crítico sobre a forma como os espaços são vividos, apropriados e representados. Também Olívia Marques da Silva sublinhou a importância da fotografia documental enquanto prática de conhecimento e de construção de narrativas sobre a realidade social, destacando o seu potencial para ampliar a compreensão das experiências urbanas e dos fenómenos que tendem a permanecer fora dos discursos dominantes.

A partir da sua experiência profissional na área da reabilitação urbana e do património, Adriana Floret abordou os desafios atuais do habitar e da transformação das cidades, defendendo a necessidade de preservar a dimensão social da arquitetura e de promover intervenções capazes de conciliar memória, sustentabilidade e qualidade de vida.

Ao longo da sessão foi possível confrontar diferentes experiências, disciplinas e pontos de vista sobre a cidade e o espaço público, estabelecendo um diálogo particularmente enriquecedor entre os dois projetos que serviram de base à iniciativa. As várias intervenções convergiram na defesa de uma visão da cidade centrada nas pessoas, na importância do espaço público enquanto lugar de encontro e cidadania e na necessidade de desenvolver formas de representação capazes de tornar mais visíveis os desafios sociais e territoriais do presente.

A assistência contou com público em geral, arquitetos, investigadores, docentes e estudantes, incluindo alunos das unidades curriculares ligadas ao ensino da fotografia da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, com especial destaque para os estudantes de Fotografia e Comunicação de Projeto de Arquitetura (FCPA I e II).

O debate, aberto à participação do público, constituiu um dos momentos mais dinâmicos da sessão. Entre as diversas intervenções, destacou-se a participação dos estudantes da FAUP, que partilharam as suas experiências no desenvolvimento de projetos fotográficos realizados no âmbito das unidades curriculares de FCPA. Os testemunhos evidenciaram a importância da fotografia como instrumento de observação e interpretação da realidade urbana, permitindo uma experiência concreta da cidade e uma aproximação mais crítica às suas dinâmicas sociais, espaciais e culturais.

A qualidade das intervenções, a diversidade de perspetivas e o envolvimento dos participantes contribuíram para fazer desta conversa pública um momento particularmente rico e estimulante, reafirmando a atualidade das questões suscitadas pela série Manplan e a pertinência do diálogo entre arquitetura, fotografia, investigação e sociedade na reflexão sobre os desafios contemporâneos da cidade.

Mais informação em breve nos canais da SR-NRT, CNEP - FAUP e CCA.

 

Aula aberta e visita guiada à exposição Wide-Angle View reúne estudantes de Arquitetura da UFP na OASRN

 
 
 

Aula aberta e visita guiada à exposição Wide-Angle View reúne estudantes de Arquitetura da UFP na OASRN

No passado dia 29 de abril, a sede da Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Norte acolheu uma aula aberta e visita guiada à exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70”, numa iniciativa realizada em colaboração com o Mestrado Integrado em Arquitectura da Universidade Fernando Pessoa (UFP).

A sessão reuniu estudantes e docentes da UFP num momento de contacto direto com a exposição, promovendo uma reflexão crítica em torno das relações entre arquitetura, fotografia e sociedade. A visita foi conduzida por Pedro Leão Neto, docente e investigador da FAUP e membro do grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI) do Centro de Estudos Nuno Portas (CENP), e por Maria Neto, investigadora do mesmo grupo, contando ainda com a participação de um representante da Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Norte.

A acompanhar os estudantes estiveram Sara Sucena, Professora Associada do Mestrado Integrado em Arquitectura da Universidade Fernando Pessoa, cuja participação contribuiu para aprofundar o debate em torno da imagem enquanto instrumento de leitura crítica da arquitetura e da cidade.

Ao longo da visita, a exposição foi apresentada como um espaço de reflexão sobre o papel da fotografia na construção de discursos críticos sobre o território e o espaço construído. Inspirada na série Manplan, publicada pela revista The Architectural Review entre 1969 e 1970, a exposição propõe uma deslocação do olhar da arquitetura enquanto objeto autónomo para a arquitetura enquanto espaço social vivido, centrando-se nas relações humanas, nos contextos urbanos e nas condições que moldam a experiência quotidiana.

A noção de wide angle foi discutida como uma ampliação do campo de visão sobre a arquitetura, permitindo compreender de que modo a imagem pode revelar dinâmicas sociais, desigualdades territoriais e transformações urbanas frequentemente ausentes das representações convencionais da disciplina.

As fotografias e materiais apresentados — provenientes do arquivo da Architectural Press / RIBA Collections — evidenciam uma abordagem visual próxima do fotojornalismo e da fotografia de rua, cruzando temas como habitação, trabalho, educação, saúde e lazer. Neste contexto, a fotografia foi abordada simultaneamente enquanto documento e construção crítica, capaz de registar a realidade e, ao mesmo tempo, de produzir novas formas de interpretação sobre a cidade contemporânea.

Ao longo do percurso expositivo foram promovidos momentos de diálogo e discussão, incentivando os estudantes a refletir sobre a atualidade das questões levantadas por Manplan, particularmente num contexto marcado pela crise da habitação, pelas desigualdades urbanas e pelas transformações sociais do território.

A sessão terminou com um debate alargado entre participantes, reforçando a importância destas iniciativas no âmbito do ensino, da investigação e da cultura arquitetónica. Ao aproximar os estudantes de práticas expositivas e curatoriais contemporâneas, a aula aberta sublinhou o papel da fotografia enquanto ferramenta de investigação, pensamento crítico e comunicação no campo da arquitetura e da cidade.

Programa da Exposição Wide-Angle View

A exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70” apresenta uma seleção de fotografias e materiais provenientes do arquivo da Architectural Press / RIBA Collections, revisitando a influente série publicada pela revista The Architectural Review no final da década de 1960.

Produzida num contexto de profundas transformações sociais e urbanas, Manplan marcou uma rutura na cultura editorial da arquitetura ao colocar as pessoas e os contextos sociais no centro da representação arquitetónica, abordando temas como habitação, saúde, trabalho, educação e lazer através de narrativas visuais inspiradas no fotojornalismo e na fotografia de rua.

A exposição resulta de uma parceria internacional entre o Royal Institute of British Architects (RIBA), a Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte, a Associação Cultural Cityscopio (CCA) e o CENP/FAUP – Centro de Estudos Nuno Portas, através do grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI) e do projeto editorial e científico Sophia Journal.

Mais do que uma exposição histórica, Wide-Angle View afirma-se como um dispositivo de reflexão contemporânea sobre as relações entre arquitetura e sociedade, particularmente relevante num contexto marcado pela crise da habitação, pelas transformações do espaço urbano e pelas desigualdades territoriais.

Durante o período em que estará patente na sede da Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte, a exposição será acompanhada por um programa paralelo de visitas guiadas, conversas públicas e ações educativas, dirigido a estudantes, investigadores, arquitetos e ao público em geral.

Estas iniciativas procuram promover novas leituras críticas sobre a cidade contemporânea, sublinhando o papel da fotografia e da imagem enquanto instrumentos fundamentais de pensamento e investigação sobre o espaço arquitetónico e urbano.

MANIFESTO
Da Manplan à crise da habitação: ampliar o campo de visão

A arquitetura nunca foi neutra. Nunca foi apenas forma, técnica ou estilo. É um campo de forças onde se inscrevem conflitos sociais, escolhas políticas e visões do mundo. A série Manplan (1969–1970) tornou essa condição explícita num momento em que as promessas do modernismo entravam em crise e a realidade urbana expunha, de forma incontornável, as falhas de um projeto social incompleto. Cinquenta anos depois, essa lucidez crítica não perdeu atualidade — tornou-se urgente.

Hoje, perante uma crise global da habitação, a financeirização do território, a exclusão crescente e a fragmentação das cidades, importa recuperar e atualizar o gesto radical de Manplan: olhar a arquitetura a partir da vida, e não o inverso. Colocar as pessoas no centro da representação e do pensamento arquitetónico. Reconhecer que cada decisão espacial produz efeitos reais sobre corpos, relações, desigualdades e possibilidades de futuro. “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT uma mostra inédita em Portugal que revisita a influente série Manplan, afirma-se nesse território de continuidade crítica.

Não como uma exposição nostálgica, mas como um dispositivo de leitura do presente. O arquivo não é aqui um lugar fechado, mas um campo ativo de investigação, capaz de iluminar as tensões contemporâneas. As imagens de Manplan — cruas, próximas, incómodas — continuam a interpelar-nos porque revelam uma verdade persistente: a cidade é vivida antes de ser desenhada, e a habitação é um direito antes de ser um produto.

A lente grande-angular que dá título à exposição é mais do que um recurso técnico. É uma posição ética e política. Ampliar o campo de visão significa recusar leituras simplificadas da realidade urbana, rejeitar soluções rápidas para problemas estruturais e confrontar a disciplina com as consequências sociais do seu próprio fazer. Significa aceitar que a arquitetura participa ativamente na produção de desigualdade, mas também que pode — e deve — ser instrumento de reparação.

Entre a Manplan e o presente estende-se uma linha de continuidade: a compreensão da arquitetura como prática inevitavelmente política. A crise da habitação não é um acidente, mas o resultado de escolhas acumuladas — de modelos económicos, de legislação, de planeamento e de cultura disciplinar. Perante isso, não basta projetar mais edifícios; é necessário repensar os modos de habitar, os regimes de propriedade, as formas de cooperação e os imaginários urbanos que sustentam a cidade contemporânea.

Wide-Angle View convoca arquitetos, estudantes, investigadores e cidadãos a assumir uma posição. A olhar para o arquivo não como repertório formal, mas como memória crítica. A reconhecer na fotografia não apenas um meio de representação, mas uma forma de pensamento. A compreender que toda a imagem é uma tomada de posição — e que toda a arquitetura comunica, mesmo quando pretende silenciar os seus efeitos.

Este manifesto afirma que a relevância de Manplan reside precisamente na sua recusa da indiferença. Na sua capacidade de expor o desconforto, de tornar visíveis as falhas do sistema e de insistir que a qualidade de vida é uma questão coletiva. Hoje, como então, a arquitetura só faz sentido se for pensada a partir da vida concreta, das suas fragilidades e das suas urgências.

Ampliar o campo de visão é, por isso, um compromisso com o presente. Um convite à ação crítica. Uma exigência de responsabilidade disciplinar. Entre arquivo e atualidade, entre imagem e projeto, entre arquitetura e sociedade, “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT  afirma que não há futuro habitável sem um olhar atento, informado e profundamente humano sobre a cidade que construímos.

Pedro Leão Neto

Maria Neto

Mais informação em breve nos canais da SR-NRT, CNEP - FAUP e CCA.

 

Ampliar o Campo de Visão: imagem, território e sociedade — de Manplan aos 50 anos do 25 de Abril

 
 
 

Ampliar o Campo de Visão: imagem, território e sociedade — de Manplan aos 50 anos do 25 de Abril

Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Norte | 29 de MAIO, 18h00

Mesa-redonda e conversa pública integrada no programa paralelo da exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70”.

No dia 29 de maio, sexta-feira, pelas 18:00, realiza-se uma mesa redonda “Ampliar o Campo de Visão: imagem, território e sociedade — de Manplan aos 50 anos do 25 de Abril”, na Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte (OASRN), com especial enfoque para estudantes, investigadores, arquitetos, fotógrafos e público em geral interessado nas relações entre arquitetura, imagem, território e sociedade contemporânea.

Apresentação

Esta sessão propõe estabelecer um diálogo entre a exposição Wide-Angle View e o projeto de investigação científica “50 anos do 25 de abril: as geografias das 50 dinâmicas sociais, económicas e políticas”, explorando o modo como a fotografia pode ser um dispositivo de análise e questionamento do passado e do presente que nos ajuda a repensar o futuro, contribuindo para compreender e comunicar as transformações sociais e territoriais das últimas décadas. 

Publicada entre 1969 e 1970 pela revista The Architectural Review, a série Manplan constituiu um momento singular na cultura arquitetónica ao deslocar o foco da disciplina do edifício enquanto objeto para as condições sociais da vida quotidiana. Através de narrativas visuais inspiradas no fotojornalismo, Manplan abordou temas como habitação, saúde, trabalho, educação, transportes e lazer, colocando as pessoas no centro da representação da arquitetura e da cidade.

Mais de meio século depois, esta abordagem revela-se surpreendentemente atual. Num contexto marcado por novas desigualdades territoriais, pela crise da habitação e por profundas transformações urbanas, a exposição Wide-Angle View revisita esse legado crítico como um dispositivo de leitura do presente, sublinhando o papel da imagem enquanto ferramenta de pensamento e investigação sobre o espaço social.

Em paralelo, o projeto “50 anos do 25 de abril”, desenvolvido no âmbito do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT), procura mapear e interpretar as transformações sociais, económicas e políticas ocorridas em Portugal desde a Revolução de 1974. Através de uma combinação de análise cartográfica, investigação científica e recolha de testemunhos, o projeto propõe uma leitura plural das geografias do Portugal democrático, entendendo a memória do passado como um instrumento ativo para compreender o presente e imaginar futuros possíveis.

·      A conversa propõe, assim, um encontro entre estas duas perspetivas:
por um lado, a reflexão crítica inaugurada por Manplan sobre a arquitetura enquanto espaço social vivido;

·      por outro, a análise das dinâmicas territoriais e sociais que marcaram Portugal ao longo dos últimos cinquenta anos.

Partindo da pergunta como representar e comunicar as transformações da sociedade através da imagem, a sessão reunirá arquitetos, geógrafos, investigadores e fotógrafos para discutir o papel da fotografia, da cartografia e de outros dispositivos visuais na construção de narrativas críticas sobre a cidade e o território.

Mais do que uma reflexão histórica, esta iniciativa pretende também interrogar a atualidade do gesto de Manplan: que novas formas de representação seriam hoje necessárias para documentar e compreender as realidades urbanas contemporâneas? Como pode a imagem contribuir para revelar desigualdades, tornar visíveis processos invisíveis e ampliar o debate público sobre o direito à cidade e à habitação?

Entre arquivo e contemporaneidade, entre investigação científica e cultura visual, “Ampliar o Campo de Visão” propõe um espaço de diálogo interdisciplinar sobre o papel das imagens na construção de conhecimento e na leitura crítica das transformações sociais e territoriais.

Participantes
Abertura:

Avelino Oliveira (Ordem dos Arquitetos)

Moderação: 

Pedro Leão Neto e Maria Neto (CITYSCOPIO / CEAU-FAUP / Sophia Journal)

Mesa

Adriana Floret (OA - Secção Regional Norte)
Teresa Sá Marques (FLUP / CEGOT)

Olívia Marques da Silva (ESMAD/P.Porto/ID+)

Attilio Fiumarella (Fotógrafo)

Público-alvo
Estudantes, investigadores, arquitetos, fotógrafos e público em geral interessado nas relações entre arquitetura, imagem, território e sociedade contemporânea.

MANIFESTO
Da Manplan à crise da habitação: ampliar o campo de visão

A arquitetura nunca foi neutra. Nunca foi apenas forma, técnica ou estilo. É um campo de forças onde se inscrevem conflitos sociais, escolhas políticas e visões do mundo. A série Manplan (1969–1970) tornou essa condição explícita num momento em que as promessas do modernismo entravam em crise e a realidade urbana expunha, de forma incontornável, as falhas de um projeto social incompleto. Cinquenta anos depois, essa lucidez crítica não perdeu atualidade — tornou-se urgente.

Hoje, perante uma crise global da habitação, a financeirização do território, a exclusão crescente e a fragmentação das cidades, importa recuperar e atualizar o gesto radical de Manplan: olhar a arquitetura a partir da vida, e não o inverso. Colocar as pessoas no centro da representação e do pensamento arquitetónico. Reconhecer que cada decisão espacial produz efeitos reais sobre corpos, relações, desigualdades e possibilidades de futuro. “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT uma mostra inédita em Portugal que revisita a influente série Manplan, afirma-se nesse território de continuidade crítica.

Não como uma exposição nostálgica, mas como um dispositivo de leitura do presente. O arquivo não é aqui um lugar fechado, mas um campo ativo de investigação, capaz de iluminar as tensões contemporâneas. As imagens de Manplan — cruas, próximas, incómodas — continuam a interpelar-nos porque revelam uma verdade persistente: a cidade é vivida antes de ser desenhada, e a habitação é um direito antes de ser um produto.

A lente grande-angular que dá título à exposição é mais do que um recurso técnico. É uma posição ética e política. Ampliar o campo de visão significa recusar leituras simplificadas da realidade urbana, rejeitar soluções rápidas para problemas estruturais e confrontar a disciplina com as consequências sociais do seu próprio fazer. Significa aceitar que a arquitetura participa ativamente na produção de desigualdade, mas também que pode — e deve — ser instrumento de reparação.

Entre a Manplan e o presente estende-se uma linha de continuidade: a compreensão da arquitetura como prática inevitavelmente política. A crise da habitação não é um acidente, mas o resultado de escolhas acumuladas — de modelos económicos, de legislação, de planeamento e de cultura disciplinar. Perante isso, não basta projetar mais edifícios; é necessário repensar os modos de habitar, os regimes de propriedade, as formas de cooperação e os imaginários urbanos que sustentam a cidade contemporânea.

Wide-Angle View convoca arquitetos, estudantes, investigadores e cidadãos a assumir uma posição. A olhar para o arquivo não como repertório formal, mas como memória crítica. A reconhecer na fotografia não apenas um meio de representação, mas uma forma de pensamento. A compreender que toda a imagem é uma tomada de posição — e que toda a arquitetura comunica, mesmo quando pretende silenciar os seus efeitos.

Este manifesto afirma que a relevância de Manplan reside precisamente na sua recusa da indiferença. Na sua capacidade de expor o desconforto, de tornar visíveis as falhas do sistema e de insistir que a qualidade de vida é uma questão coletiva. Hoje, como então, a arquitetura só faz sentido se for pensada a partir da vida concreta, das suas fragilidades e das suas urgências.

Ampliar o campo de visão é, por isso, um compromisso com o presente. Um convite à ação crítica. Uma exigência de responsabilidade disciplinar. Entre arquivo e atualidade, entre imagem e projeto, entre arquitetura e sociedade, “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT  afirma que não há futuro habitável sem um olhar atento, informado e profundamente humano sobre a cidade que construímos.

Pedro Leão Neto

Maria Neto

Mais informação em breve nos canais da SR-NRT, CNEP - FAUP e CCA.

 

AULA ABERTA: VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO “WIDE-ANGLE VIEW NA ORDEM DOS ARQUITETOS – SECÇÃO REGIONAL NORTE - UFP

 
 
 

Aula aberta e visita guiada à exposição Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na Série Manplan 1969–70

Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Norte | 29 de ABRIL, 12h30

Sessão realizada em colaboração com A Universidade fernando pessoa (ufp) - Arquitetura (MI)

No dia 29 de abril, quinta-feira, pelas 12:30, realiza-se uma visita guiada / aula aberta à exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70”, patente na Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte (OASRN), com especial enfoque para os estudantes do Mestrado Integrado em • Arquitetura (MI) da Universidade Fernando Pessoa (UFP).

Esta iniciativa integra-se no programa de visitas guiadas / aulas abertas dirigido a toda a comunidade académica e ao público, sendo particularmente dirigida a estudantes, investigadores e profissionais interessados nas relações entre fotografia, arquitetura e cultura visual contemporânea.

A visita será conduzida por Pedro Leão Neto, investigador e docente da FAUP, associado ao grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI) do CENP – Centro de Estudos Nuno Portas, e a investigadora Maria Neto grupo de investigação AAI / CENP e um membro da OASRN, que contribuirão com perspetivas complementares sobre imagem, território e arquitetura.

A visita será acompanhada por Sara Sucena, Professora Associada do Mestrado Integrado em Arquitetura (MI) da Universidade Fernando Pessoa (UFP), bem como por outros colegas docentes e envolve uma leitura crítica da exposição enquanto dispositivo de reflexão sobre as relações entre arquitetura, cidade, imagem e sociedade.

Através destas sessões pretende-se criar um espaço de exploração, debate e reflexão em torno de novas abordagens à fotografia de arquitetura e às representações visuais da cidade, sublinhando o papel da imagem — e em particular da fotografia — enquanto instrumento de investigação, interpretação crítica e comunicação do espaço construído.

Inspirada na série Manplan, publicada pela revista The Architectural Review entre 1969 e 1970, a exposição propõe uma leitura crítica da arquitetura enquanto espaço social vivido, deslocando o foco da disciplina do edifício enquanto objeto para as relações humanas, os contextos urbanos e as condições sociais que moldam a vida quotidiana.

Estas sessões públicas pretendem igualmente estimular o contacto direto dos estudantes com exposições e projetos curatoriais relevantes no campo da arquitetura e da fotografia, permitindo compreender os modos como a imagem participa na construção de discursos críticos sobre a cidade e o território.

A iniciativa é aberta a todos os interessados, com especial atenção a estudantes, investigadores e profissionais que se dedicam ao estudo das relações entre fotografia, arquitetura e cultura visual contemporânea.

Programa da Exposição Wide-Angle View

A exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70” apresenta uma seleção de fotografias e materiais provenientes do arquivo da Architectural Press / RIBA Collections, revisitando a influente série publicada pela revista The Architectural Review no final da década de 1960.

Produzida num contexto de profundas transformações sociais e urbanas, Manplan marcou uma rutura na cultura editorial da arquitetura ao colocar as pessoas e os contextos sociais no centro da representação arquitetónica, abordando temas como habitação, saúde, trabalho, educação e lazer através de narrativas visuais inspiradas no fotojornalismo e na fotografia de rua.

A exposição resulta de uma parceria internacional entre o Royal Institute of British Architects (RIBA), a Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte, a Associação Cultural Cityscopio (CCA) e o CENP/FAUP – Centro de Estudos Nuno Portas, através do grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI) e do projeto editorial e científico Sophia Journal.

Mais do que uma exposição histórica, Wide-Angle View afirma-se como um dispositivo de reflexão contemporânea sobre as relações entre arquitetura e sociedade, particularmente relevante num contexto marcado pela crise da habitação, pelas transformações do espaço urbano e pelas desigualdades territoriais.

Durante o período em que estará patente na sede da Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte, a exposição será acompanhada por um programa paralelo de visitas guiadas, conversas públicas e ações educativas, dirigido a estudantes, investigadores, arquitetos e ao público em geral.

Estas iniciativas procuram promover novas leituras críticas sobre a cidade contemporânea, sublinhando o papel da fotografia e da imagem enquanto instrumentos fundamentais de pensamento e investigação sobre o espaço arquitetónico e urbano.

MANIFESTO
Da Manplan à crise da habitação: ampliar o campo de visão

A arquitetura nunca foi neutra. Nunca foi apenas forma, técnica ou estilo. É um campo de forças onde se inscrevem conflitos sociais, escolhas políticas e visões do mundo. A série Manplan (1969–1970) tornou essa condição explícita num momento em que as promessas do modernismo entravam em crise e a realidade urbana expunha, de forma incontornável, as falhas de um projeto social incompleto. Cinquenta anos depois, essa lucidez crítica não perdeu atualidade — tornou-se urgente.

Hoje, perante uma crise global da habitação, a financeirização do território, a exclusão crescente e a fragmentação das cidades, importa recuperar e atualizar o gesto radical de Manplan: olhar a arquitetura a partir da vida, e não o inverso. Colocar as pessoas no centro da representação e do pensamento arquitetónico. Reconhecer que cada decisão espacial produz efeitos reais sobre corpos, relações, desigualdades e possibilidades de futuro. “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT uma mostra inédita em Portugal que revisita a influente série Manplan, afirma-se nesse território de continuidade crítica.

Não como uma exposição nostálgica, mas como um dispositivo de leitura do presente. O arquivo não é aqui um lugar fechado, mas um campo ativo de investigação, capaz de iluminar as tensões contemporâneas. As imagens de Manplan — cruas, próximas, incómodas — continuam a interpelar-nos porque revelam uma verdade persistente: a cidade é vivida antes de ser desenhada, e a habitação é um direito antes de ser um produto.

A lente grande-angular que dá título à exposição é mais do que um recurso técnico. É uma posição ética e política. Ampliar o campo de visão significa recusar leituras simplificadas da realidade urbana, rejeitar soluções rápidas para problemas estruturais e confrontar a disciplina com as consequências sociais do seu próprio fazer. Significa aceitar que a arquitetura participa ativamente na produção de desigualdade, mas também que pode — e deve — ser instrumento de reparação.

Entre a Manplan e o presente estende-se uma linha de continuidade: a compreensão da arquitetura como prática inevitavelmente política. A crise da habitação não é um acidente, mas o resultado de escolhas acumuladas — de modelos económicos, de legislação, de planeamento e de cultura disciplinar. Perante isso, não basta projetar mais edifícios; é necessário repensar os modos de habitar, os regimes de propriedade, as formas de cooperação e os imaginários urbanos que sustentam a cidade contemporânea.

Wide-Angle View convoca arquitetos, estudantes, investigadores e cidadãos a assumir uma posição. A olhar para o arquivo não como repertório formal, mas como memória crítica. A reconhecer na fotografia não apenas um meio de representação, mas uma forma de pensamento. A compreender que toda a imagem é uma tomada de posição — e que toda a arquitetura comunica, mesmo quando pretende silenciar os seus efeitos.

Este manifesto afirma que a relevância de Manplan reside precisamente na sua recusa da indiferença. Na sua capacidade de expor o desconforto, de tornar visíveis as falhas do sistema e de insistir que a qualidade de vida é uma questão coletiva. Hoje, como então, a arquitetura só faz sentido se for pensada a partir da vida concreta, das suas fragilidades e das suas urgências.

Ampliar o campo de visão é, por isso, um compromisso com o presente. Um convite à ação crítica. Uma exigência de responsabilidade disciplinar. Entre arquivo e atualidade, entre imagem e projeto, entre arquitetura e sociedade, “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT  afirma que não há futuro habitável sem um olhar atento, informado e profundamente humano sobre a cidade que construímos.

Pedro Leão Neto

Maria Neto

Mais informação em breve nos canais da SR-NRT, CNEP - FAUP e CCA.

 

AULA ABERTA: VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO “WIDE-ANGLE VIEW NA ORDEM DOS ARQUITETOS – SECÇÃO REGIONAL NORTE - ESMAD

 
 
 

Aula aberta e visita guiada à exposição Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na Série Manplan 1969–70

Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Norte | 9 de ABRIL, 10h30

Sessão realizada em colaboração com A Escola Superior de Media Artes e Design (ESMAD / P.PORTO)

No dia 9 de abril, quinta-feira, pelas 10:30, realiza-se uma visita guiada / aula aberta à exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70”, patente na Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte (OASRN), com especial enfoque para os estudantes da Escola Superior de Media Artes e Design (ESMAD).

Esta iniciativa integra-se no programa de visitas guiadas / aulas abertas dirigido a toda a comunidade académica e ao público, sendo particularmente dirigida a estudantes, investigadores e profissionais interessados nas relações entre fotografia, arquitetura e cultura visual contemporânea.

A visita será conduzida por Pedro Leão Neto, investigador e docente da FAUP, associado ao grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI) do CENP – Centro de Estudos Nuno Portas, e a investigadora Maria Neto grupo de investigação AAI / CENP e um membro da OASRN, que contribuirão com perspetivas complementares sobre imagem, território e arquitetura.

A visita contará com a presença de Olívia Marques da Silva, docente e investigadora da ESMAD e será acompanhado por Sérgio Rolando, docente responsável por diversas turmas de fotografia no 1º e 2+ ano da Licenciatura em Fotografia da ESMAD, bem como a participação de outros colegas docentes e envolve uma leitura crítica da exposição enquanto dispositivo de reflexão sobre as relações entre arquitetura, cidade, imagem e sociedade.

Através destas sessões pretende-se criar um espaço de exploração, debate e reflexão em torno de novas abordagens à fotografia de arquitetura e às representações visuais da cidade, sublinhando o papel da imagem — e em particular da fotografia — enquanto instrumento de investigação, interpretação crítica e comunicação do espaço construído.

Inspirada na série Manplan, publicada pela revista The Architectural Review entre 1969 e 1970, a exposição propõe uma leitura crítica da arquitetura enquanto espaço social vivido, deslocando o foco da disciplina do edifício enquanto objeto para as relações humanas, os contextos urbanos e as condições sociais que moldam a vida quotidiana.

Estas sessões públicas pretendem igualmente estimular o contacto direto dos estudantes com exposições e projetos curatoriais relevantes no campo da arquitetura e da fotografia, permitindo compreender os modos como a imagem participa na construção de discursos críticos sobre a cidade e o território.

A visita é aberta a toda a comunidade académica e ao público em geral, sendo particularmente dirigida a estudantes, investigadores e profissionais interessados nas relações entre fotografia, arquitetura e cultura visual contemporânea.

Programa da Exposição Wide-Angle View

A exposição “Wide-Angle View: A Arquitetura como Espaço Social na série Manplan 1969–70” apresenta uma seleção de fotografias e materiais provenientes do arquivo da Architectural Press / RIBA Collections, revisitando a influente série publicada pela revista The Architectural Review no final da década de 1960.

Produzida num contexto de profundas transformações sociais e urbanas, Manplan marcou uma rutura na cultura editorial da arquitetura ao colocar as pessoas e os contextos sociais no centro da representação arquitetónica, abordando temas como habitação, saúde, trabalho, educação e lazer através de narrativas visuais inspiradas no fotojornalismo e na fotografia de rua.

A exposição resulta de uma parceria internacional entre o Royal Institute of British Architects (RIBA), a Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte, a Associação Cultural Cityscopio (CCA) e o CENP/FAUP – Centro de Estudos Nuno Portas, através do grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI) e do projeto editorial e científico Sophia Journal.

Mais do que uma exposição histórica, Wide-Angle View afirma-se como um dispositivo de reflexão contemporânea sobre as relações entre arquitetura e sociedade, particularmente relevante num contexto marcado pela crise da habitação, pelas transformações do espaço urbano e pelas desigualdades territoriais.

Durante o período em que estará patente na sede da Ordem dos Arquitetos – Secção Regional Norte, a exposição será acompanhada por um programa paralelo de visitas guiadas, conversas públicas e ações educativas, dirigido a estudantes, investigadores, arquitetos e ao público em geral.

Estas iniciativas procuram promover novas leituras críticas sobre a cidade contemporânea, sublinhando o papel da fotografia e da imagem enquanto instrumentos fundamentais de pensamento e investigação sobre o espaço arquitetónico e urbano.

MANIFESTO
Da Manplan à crise da habitação: ampliar o campo de visão

A arquitetura nunca foi neutra. Nunca foi apenas forma, técnica ou estilo. É um campo de forças onde se inscrevem conflitos sociais, escolhas políticas e visões do mundo. A série Manplan (1969–1970) tornou essa condição explícita num momento em que as promessas do modernismo entravam em crise e a realidade urbana expunha, de forma incontornável, as falhas de um projeto social incompleto. Cinquenta anos depois, essa lucidez crítica não perdeu atualidade — tornou-se urgente.

Hoje, perante uma crise global da habitação, a financeirização do território, a exclusão crescente e a fragmentação das cidades, importa recuperar e atualizar o gesto radical de Manplan: olhar a arquitetura a partir da vida, e não o inverso. Colocar as pessoas no centro da representação e do pensamento arquitetónico. Reconhecer que cada decisão espacial produz efeitos reais sobre corpos, relações, desigualdades e possibilidades de futuro. “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT uma mostra inédita em Portugal que revisita a influente série Manplan, afirma-se nesse território de continuidade crítica.

Não como uma exposição nostálgica, mas como um dispositivo de leitura do presente. O arquivo não é aqui um lugar fechado, mas um campo ativo de investigação, capaz de iluminar as tensões contemporâneas. As imagens de Manplan — cruas, próximas, incómodas — continuam a interpelar-nos porque revelam uma verdade persistente: a cidade é vivida antes de ser desenhada, e a habitação é um direito antes de ser um produto.

A lente grande-angular que dá título à exposição é mais do que um recurso técnico. É uma posição ética e política. Ampliar o campo de visão significa recusar leituras simplificadas da realidade urbana, rejeitar soluções rápidas para problemas estruturais e confrontar a disciplina com as consequências sociais do seu próprio fazer. Significa aceitar que a arquitetura participa ativamente na produção de desigualdade, mas também que pode — e deve — ser instrumento de reparação.

Entre a Manplan e o presente estende-se uma linha de continuidade: a compreensão da arquitetura como prática inevitavelmente política. A crise da habitação não é um acidente, mas o resultado de escolhas acumuladas — de modelos económicos, de legislação, de planeamento e de cultura disciplinar. Perante isso, não basta projetar mais edifícios; é necessário repensar os modos de habitar, os regimes de propriedade, as formas de cooperação e os imaginários urbanos que sustentam a cidade contemporânea.

Wide-Angle View convoca arquitetos, estudantes, investigadores e cidadãos a assumir uma posição. A olhar para o arquivo não como repertório formal, mas como memória crítica. A reconhecer na fotografia não apenas um meio de representação, mas uma forma de pensamento. A compreender que toda a imagem é uma tomada de posição — e que toda a arquitetura comunica, mesmo quando pretende silenciar os seus efeitos.

Este manifesto afirma que a relevância de Manplan reside precisamente na sua recusa da indiferença. Na sua capacidade de expor o desconforto, de tornar visíveis as falhas do sistema e de insistir que a qualidade de vida é uma questão coletiva. Hoje, como então, a arquitetura só faz sentido se for pensada a partir da vida concreta, das suas fragilidades e das suas urgências.

Ampliar o campo de visão é, por isso, um compromisso com o presente. Um convite à ação crítica. Uma exigência de responsabilidade disciplinar. Entre arquivo e atualidade, entre imagem e projeto, entre arquitetura e sociedade, “Wide-Angle View: Architecture as social space in the Manplan series 1969–70” | SR-NRT  afirma que não há futuro habitável sem um olhar atento, informado e profundamente humano sobre a cidade que construímos.

Pedro Leão Neto

Maria Neto

Mais informação em breve nos canais da SR-NRT, CNEP - FAUP e CCA.

 

Aula Aberta | OPEN CLASS | WORKSHOP FOR STUDENTS OF THE PHOTOGRAPHY AND COMMUNICATION IN ARCHITECTURAL DESIGN (FCPA II) CURRICULAR UNIT

 

OPEN CLASS | PRESENTATION BY LAST YEAR STUDENTS OF EXPOSITION IN RESEARCH CATALOGUE “OPPOSITIONS” (FCPA II) CURRICULAR UNIT

BY: ANA BEATRIZ OLIVEIRA, F. AUGUSTO SAVIOLI, INÊS SILVA MOURA, IVAN SANTOS FERREIRA, MATILDE MOUTINHO VINAGRE, OCÉANE LOURENÇO RIBEIRO
FRIDAY - 21 / 2 / 2025 - 14:30 | 16:00, Sala do Janelão - FAUP



next class, on Friday 21 February, a Webinar WILL TAKE PLACE especially for OUR CURRICULAR UNIT from the Society for Artistic Research team - to introduce the Research Catalogue platform.
As you know, in the second half of the year we will be working with this international platform of various institutions linked to the teaching of art and architecture.

CLASS with examples of operators and programme content for using the Research CatalogUE platform, RC
CLASS / WORKSHOP FOR STUDENTS OF THE PHOTOGRAPHY AND COMMUNICATION IN ARCHITECTURAL DESIGN (FCPA II) CURRICULAR UNIT

1st Cycle / 3rd Year
DATES: FRIDAY - 21 / 2 / 2025 - 14:30 | 16:00

Na próxima aula, na sexta-feira, 21 de fevereiro, terá lugar um Webinar especialmente destinado à NOSSA UNIDADE CURRICULAR pela equipa da Society for Artistic Research - para apresentar a plataforma Research Catalogue.

Como sabem, no segundo semestre do ano trabalharemos com esta plataforma internacional de várias instituições ligadas ao ensino da arte e da arquitetura.

AULA com exemplos de operadores e conteúdos programáticos para a utilização da plataforma Research CatalogUE, RCCLASS / WORKSHOP PARA ESTUDANTES DA UNIDADE CURRICULAR FOTOGRAFIA E COMUNICAÇÃO EM PROJECTO ARQUITECTÓNICO (FCPA II)

1º Ciclo / 3º AnoDATAS: SEXTA-FEIRA - 21 / 2 / 2025 - 14:30 | 16:00

 

Colaboração da Plataforma de Fotografia Ci.CLO com a Associação Cultural Cityscopio e o grupo de investigação AAI

 

Videografia © Igor Sterpin

Colaboração da Plataforma de Fotografia Ci.CLO com a Associação Cultural Cityscopio e o grupo de investigação AAI


alunos das unidades curriculares de Fotografia da FAUP participam no projeto CONTRAST e Project Rooms: RODRIGO ENCARNAÇÃO

apresentações de portefólios dos artistas emergentes | Rodrigo Machado Encarnação - Artista seleccionado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto para integrar os Project Rooms 2024 da Bienal Fotografia do Porto

A Plataforma de Fotografia Ci.CLO tem até ao momento colaborado com a Associação Cultural Cityscopio e o grupo de investigação AAI em diversas iniciativas através do projeto editorial scopio Editions e Exposições de Fotografia Contemporânea, nomeadamente através do seu programa Bienal Fotografia do Porto via alunos das unidades curriculares de Fotografia da FAUP que participam no projeto CONTRAST e são selecionados para estarem representados no project Rooms:

Rodrigo Machado Encarnação em representação da FAUP está na Bienal Fotografia do Porto, entre os 6 artistas emergentes selecionados pelas 6 escolas de arte parceiras da Bienal Fotografia do Porto para integrar os Project Rooms em 2024.

As apresentações de portefólios dos artistas emergentes Ânia Pais, Rodrigo Machado da Encarnação e Elisa Vieira, no dia 24 de Outubro, e Felícia Pinho Oliveira, Luísa Fernandes e Willian Ferreira, no dia 31 de Outubro.

As apresentações decorrem na Ci.CLO (Rua de Santo Ildefonso, 354, R/C Traseiras), pelas 16h30. A entrada é gratuita e no final será servido um aperitivo.

Estas apresentações são o culminar da segunda edição do Project Rooms, um projecto da Bienal Fotografia do Porto, que apoia a criação de portefólios e promove encontros e oportunidades de networking entre artistas emergentes e profissionais das artes.

Os artistas emergentes seleccionados tiverão a oportunidade de discutir a produção e a apresentação do seu portefólio com 3 profissionais no campo das artes visuais — Vera Carmo, curadora independente, e os diretores artísticos da Bienal’23 Fotografia do Porto, Jayne Dyer e Virgílio Ferreira.

O professor responsável por acolher o projeto na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto foi o professor Pedro Leão Neto.

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Os artistas foram nomeados pelos docentes de fotografia das faculdades parceiras da Bienal Fotografia do Porto: Susana Lourenço Marques e José Carneiro — Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto; Carlos Lobo, Nuno Crespo e Sónia Neves — Escola das Artes da Universidade Católica; João Leal e Olívia Marques da Silva — Escola Superior de Media Artes e Design do Politécnico do Porto; Pedro Leão Neto — Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto; Rogério Taveira — Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa; Rui Lourosa e Eduarda Neves — Escola Superior Artística do Porto.

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Organização e Produção: Ci.CLO Plataforma de Fotografia

Apoio Financeiro: República Portuguesa – Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal do Porto

Mecenas: Banco BPI, Fundação “la Caixa”

Instituições de ensino parceiras: Escola Superior Artística do Porto, Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Escola Superior de Media Artes e Design, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Escola das Artes Católica Porto

Parceiros: Batalha Centro de Cinema

 

2ª edição do Project Rooms 2024 - Rodrigo Machado Encarnação - apresentações de portefólios

 

Participação da FAUP no Project Rooms 2024 - Ci.CLO - BienaL Fotografia do Porto


apresentações de portefólios dos artistas emergentes | Rodrigo Machado Encarnação - Artista seleccionado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto para integrar os Project Rooms 2024 da Bienal Fotografia do Porto

Rodrigo Machado Encarnação em representação da FAUP está na Bienal Fotografia do Porto, entre os 6 artistas emergentes selecionados pelas 6 escolas de arte parceiras da Bienal Fotografia do Porto para integrar os Project Rooms em 2024.

As apresentações de portefólios dos artistas emergentes Ânia Pais, Rodrigo Machado da Encarnação e Elisa Vieira, no dia 24 de Outubro, e Felícia Pinho Oliveira, Luísa Fernandes e Willian Ferreira, no dia 31 de Outubro.

As apresentações decorrem na Ci.CLO (Rua de Santo Ildefonso, 354, R/C Traseiras), pelas 16h30. A entrada é gratuita e no final será servido um aperitivo.

Estas apresentações são o culminar da segunda edição do Project Rooms, um projecto da Bienal Fotografia do Porto, que apoia a criação de portefólios e promove encontros e oportunidades de networking entre artistas emergentes e profissionais das artes.

Os artistas emergentes seleccionados tiverão a oportunidade de discutir a produção e a apresentação do seu portefólio com 3 profissionais no campo das artes visuais — Vera Carmo, curadora independente, e os diretores artísticos da Bienal’23 Fotografia do Porto, Jayne Dyer e Virgílio Ferreira.

O professor responsável por acolher o projeto na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto foi o professor Pedro Leão Neto.

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Os artistas foram nomeados pelos docentes de fotografia das faculdades parceiras da Bienal Fotografia do Porto: Susana Lourenço Marques e José Carneiro — Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto; Carlos Lobo, Nuno Crespo e Sónia Neves — Escola das Artes da Universidade Católica; João Leal e Olívia Marques da Silva — Escola Superior de Media Artes e Design do Politécnico do Porto; Pedro Leão Neto — Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto; Rogério Taveira — Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa; Rui Lourosa e Eduarda Neves — Escola Superior Artística do Porto.

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Organização e Produção: Ci.CLO Plataforma de Fotografia

Apoio Financeiro: República Portuguesa – Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal do Porto

Mecenas: Banco BPI, Fundação “la Caixa”

Instituições de ensino parceiras: Escola Superior Artística do Porto, Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Escola Superior de Media Artes e Design, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Escola das Artes Católica Porto

Parceiros: Batalha Centro de Cinema

 

Visita guiada / aula aberta: Exposição Anuária 2023 - 2024 | FAUP

 

Reportagem do evento: Rodrigo Encarnação

Visitas guiadaS / aula aberta
Inauguração da Exposição Anuária 2023 - 2024 - Liberdades | FAUP


Fotografia e Comunicação de Projeto de Arquitetura 1º Ciclo (CPA I&II) e Fotografia de Arquitetura, Cidade e Território do 2º Ciclo (FACT)

Teve lugar no passado 24 de Setembro na galeria de exposições da FAUP uma visita / aula aberta conduzida por Pedro Leão Neto dirigida para os alunos das unidades curriculares de Fotografia e Comunicação de Projeto de Arquitetura 1º Ciclo (CPA I&II) e Fotografia de Arquitetura, Cidade e Território do 2º Ciclo (FACT), nas instalações da FAUP onde está neste momento a Exposição da Anuária com trabalhos do ano letivo de 2023 / 2024, cuja temática se relaciona com o projeto de investigação e práticas pedagógicas CONTRAST: rede de iniciativas  artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia.

No dia 2 de Outubro teve lugar a abertura oficail da Exposição | Anuária 23.24 - Liberdades através de uma seleção, efetuada pelos docentes da FAUP, de trabalhos realizados pelos estudantes no âmbito das Unidades Curriculares do Mestrado Integrado em Arquitectura, no decurso do ano letivo de 2023-2024, que coincidiu com a efeméride dos 50 anos do 25 de abril.

Objetivos e Conteúdos Programáticos de Fotografia e Comunicação de Projeto de Arquitetura (FCPA I) – 1º Semestre (1º Ciclo / 3º Ano / Opcional)

O objectivo da unidade curricular de FCPA I no 1º Semestre (1ºCiclo) é o de desenvolver as bases teórico-práticas no universo da Fotografia e dos programas informáticos de síntese de Imagem e Design Gráfico aplicados à Comunicação e Representação de Pro- jecto de Arquitectura (PA). É introduzida uma forte componente de fotografia, articulada com a concepção produção de um fotolivro.

O intuito é o de transmitir os conhecimentos necessários para que os mundos do analógico e do digital sejam combinados e utilizados como veículos de comunicação de projecto, ambos complementares e capazes de promover a comunicação de ideias e aspectos formais e estruturais do projecto. Pretende-se incentivar e explorar a utilização dos diversos suportes, imagens e instrumentos de representação aquando do processo de análise do território, concepção e representação do exercício de projecto de arquitec- tura, com especial incidência na fotografia e concepção, produção de um fotolivro.

A estratégia de trabalho adoptada nas aulas práticas orienta os alunos a desenvolverem, paralelamente, exercícios de comunicação de projecto e de fotografia de arquitectura

de autoria individual e colectiva, podendo o objecto de estudo o território/programa ser coincidente com o da disciplina de Projecto 3.

Desenvolver a experiência relativa ao uso de ferramentas informáticas de síntese de Imagem, Fotografia e Design Gráfico para a Comunicação e Representação do Projecto de Arquitectura (PA) concepção e representação de projecto.

Ao longo do 1º semestre são convidados docentes de outras instituições de ensino e diversos autores ligados às temáticas da concepção, comunicação, fotografia e repre- sentação de arquitectura. Essas sessões serão enquadradas através do Ciclo de Con- ferencias Debates integrados na Unidade Curricular de FCPA I, com o apoio das Edições scopio.


Objetivos e Conteúdos Programáticos de Fotografia e Comunicação de Projeto de Arquitetura (FCPA II) – 2º Semestre (1º Ciclo / 3º Ano / Opcional)

O objectivo de FCPA II no 2º Semestre (1º Ciclo) é o de aprofundar o desenvolvimento das bases teórico-práticas, no universo das estratégias de comunicação de projecto de arquitectura numa fase inicial do seu desenvolvimento (análise do território de inter- venção, comunicação, conceitos, modelos, organogramas, representações esquemáti- cas, implantação e volumetria), com enfoque nos programas informáticos de síntese de Imagem, Fotografia e Design Gráfico aplicados à Comunicação e Representação de Projecto de Arquitectura (PA), com especial incidência para os momentos de síntese e apresentação das fases iniciais do processo de PA.

A unidade curricular desenvolve-se através de dois vectores paralelos, um prático e outro teórico-prático. As aulas teórico-práticas têm como objectivo dar aos alunos os conhecimentos necessários para que estes sejam capazes de (i) questionar e problema- tizar o potencial do universo digital, com especial incidência para a utilização da fotogra- fia conjuntamente com outros media, para a representação e comunicação do espaço,

(ii) de combinar criativamente os métodos de representação tradicionais e analíticos com os digitais e (iii) de desenvolver o exercício de comunicação de projecto de arquitectura que lhes é proposto.

As aulas teóricas, que se desenvolvem ao longo de todo o semestre, pretendem for- necer bases teóricas necessárias para o desenvolvimento do exercício de comunicação de projecto de arquitectura e análise crítica do território de intervenção. Ao longo do 1º semestre são convidados docentes de outras instituições de ensino e diversos autores ligados às temáticas da concepção, comunicação, fotografia e representação de arqui- tectura. Essas sessões serão enquadradas através do Ciclo de Conferencias Debates integrados na Unidade Curricular de FCPA II, com o apoio das Edições scopio.


Objetivos e Conteúdos Programáticos de Fotografia de Arquitetura, Cidade e Ter- ritório (FACT) – 1º Semestre (2º Ciclo / 4º e 5º Ano / Opcional)

O objectivo de FACT do 1º semestre é, por um lado, aprofundar o estudo e prática ad- quiridos em FCPA I e II sobre a utilizacção da fotografia e do seu potencial para ques- tionar e problematizar o universo da Arquitectura, Cidade e Território. Por outro lado, levar os alunos a desenvolver uma narrativa visual fotográfica com maior maturidade, capaz de comunicar novas perspectivas sobre o espaço e a realidade urbana e que pos- sa constituir uma base para a sua dissertacção final do MIARQ.

Pretende-se, assim, dar a conhecer aos alunos trabalhos de diversos autores que utili- zam a fotografia documental artística para questionar e problematizar o espaço urbano e seus modos de apropriacção e despertar neles a consciência para a existência de diversas correntes de arte e estratégias visuais que podem ser convocadas aquando da utilizacção da fotografia como um instrumento de investigacção e comunicacção crítica no universo da Arquitectura, Cidade e Território.

O intuito é o de:

•                Adquirir os conhecimentos e competências necessários para aplicação da fotografia como instrumento de investigação e suporte para a comunicação e represen- tação da Arquitectura, Cidade e Território

•                Adquirir os conhecimentos e competências necessários para explorar o potencial da fotografia e da acessibilidade e interactividade da platforma scopio network para a comunicação e percepção dos espaços de cidade e suas vivencias.

•              Adquirir os conhecimentos e competências necessários para criar uma galeria na scopio network e um fotolivro, constituído por imagens e texto, que dê suporte a um conjunto de ideias capazes de formular uma posição, argumento ou história sobre uma determinada problemática do espaço de cidade

Ao longo do 1º semestre são convidados docentes de outras instituições de ensino e diversos autores ligados à representacção do espaço público, arquitectura e à fotografia.

CONTRAST: UMA REDE DE INICIATIVAS ARTÍSTICAS MULTIDISCIPLINAR NA ARTE, ARQUITECTURA, DESIGN E FOTOGRAFIA

O projeto Contrast corresponde à criação de uma rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia que conta com o envolvimento direto de doze escolas de ensino superior a lecionar fotografia em diversas áreas disciplinares e artísticas: ARCO, DARQ, DCAM, EA.UCP, ESAP, ESMAD, FAUP, FBAUL, FBAUP, FEUP, IPT e UL.CUP.

O projeto foi seleccionado para financiamento no concurso de apoio a projectos criação e edição da DGARTES, através da Associação Cultural Cityscopio, com coordenação conjunta entre a ESMAD-ID+ e a FBAUP – i2ADS / ID+, e liderada pela FAUP.

O projeto CONTRAST pretende contribuir para a divulgação, criação e ensino da fotografia na sua interação com a Arte, Arquitectura e Design. Esta contribuição será desenvolvida no âmbito nacional e internacional através da partilha de experiências e conhecimentos entre escolas, grupos e associações não académicas, aproximando o interesse de diversos públicos por estes temas numa perspetiva transversal e holística.

PUBLICAÇÃO CONTRAST

A coleção CONTRAST: A FOTOGRAFIA NO ENSINO SUPERIOR é constituída por publicações em livro com uma periodicidade bienal e editadas pela scopio Editions, existindo já dois números publicados. O primeiro número correspondente aos anos de 2018-2019 e o segundo número correspondendo aos anos de 2020 – 2021, reunindo os trabalho de dez escolas de ensino da fotografia em diversas áreas disciplinares e artísticas: ARCO, DARQ, DCAM, EA.UC, ESAP, ESMAD, FAUP, FBAUL, FBAUP, IPT e a UL.CUP.

A publicação é um elemento essencial para o projeto CONTRAST e a sua rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia pretende reforçar e atualizar a componente editorial deste projeto. Para isso, propõe-se uma nova publicação – CONTRAST II, agora em versão papel e online bilíngue – que potenciará a disseminação do projeto, criando sinergias com a versão em papel, essencial para garantir uma memória física passível de ser consultada e estudada por diversos públicos através de bibliotecas e arquivos ou mesmo comprada em certas livrarias ligados ao nosso universo de interesse. 

 

Aula Aberta | As possibilidades interpretativas e expressivas da fotografia no ensino da Arquitetura, Arte e Design: o projeto Contrast

 

Aula Aberta | “As possibilidades interpretativas e expressivas da fotografia no ensino da Arquitetura, Arte e Design: o projeto Contrast”

28 de AGOSTO de 2024, 4.ª feira, 14h30(PT)
Instituto de Arquitetura e Urbanismo -UNIV. DE São Paulo -IAU-USP

Acesso online: https://meet.google.com/ofc-frne-hmv

Irá realizar-se no dia 28 de agosto de 2024, 4.ª feira, 14h30 (PT), via online, mais uma sessão do ciclo de Conferências, Debates e Aulas abertas Arquitectura, Arte e Imagem (AAI). A aula aberta com o título “As possibilidades Interpretativas e Expressivas da Fotografia no Ensino da Arquitetura, Arte e Design: o projeto Contrast” é especialmente dirigida para a unidade curricular coordenada pelo Prof. Dr. Luciano Bernardino da Costa (IAU-USP) apelidada de "Disciplina Tópicos" que estuda o tema Fotografia, Experiência e Espaço urbano. 

A aula aberta consistirá numa exposição e discussão alargada em volta do universo da Fotografia, tendo como objetivo oferecer uma visão crítica sobre as possibilidades interpretativas e expressivas da fotografia no ensino da Arquitetura, Arte e Design e possibilitar o debate sobre o papel e a importância do ensino e da prática da fotografia nas escolas superiores de arte, de design, de arquitetura e de estudos artísticos.

O projeto CONTRAST pretende contribuir para a divulgação, criação e ensino da fotografia na sua interação com a Arte, Arquitectura e Design. Esta contribuição é desenvolvida no âmbito nacional e internacional através da partilha de experiências e conhecimentos entre escolas, grupos e associações não académicas, aproximando o interesse de diversos públicos por estes temas numa perspetiva transversal e holística.

A coleção CONTRAST: A FOTOGRAFIA NO ENSINO SUPERIOR é constituída por publicações em livro com uma periodicidade bienal realizadas no contexto do grupo de investigação Arquitectura, Arte e Imagem do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da FAUP e editadas pela scopio Editions, existindo já dois números publicados.

Enquadramento

A organização destas conferências / debates / aulas abertas é da responsabilidade da organização do grupo de investigação Arquitetura, Arte e imagem (AAI / CEAU / FAUP) e scopio Editions.

O objectivo geral destas actividades tem sido o de promover uma ampla reflexão sobre o contributo das imagens na compreensão da realidade e na construção de imaginários, entre o documento e a ficção, entre a reprodução e a manipulação, entre o analógico e o digital. Estas actividades têm vindo a integrar diversas acções ligadas ao universo da imagem contemporânea, mais especificamente à fotografia, permitindo também a participação de grupos e cidadãos exteriores à academia, abrindo desta forma as universidades à sociedade civil e a outras instituições.
No universo da Imagem, a Fotografia é objecto de particular interesse, sendo explorada e analisada de forma crítica como um instrumento de registo e investigação numa perspectiva Inquisitiva, Curatorial e Comunicativa. O espaço privilegiado para esse registo e investigação fotográfica é o da Arquitectura, entendida como um universo amplo que integra simultaneamente os níveis macro e micro da transformação do Território e da Cidade e as suas múltiplas Vivências. 

Com o apoio institucional da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), da Reitoria da U. Porto e da scopio Editions, este Ciclo AAI – Arquitectura, Arte e Imagem - está muito ligado à exploração da fotografia como instrumento de reflexão sobre a transformação do espaço público. 

Através da realização destas aulas abertas pretende-se contribuir para a criação de um espaço de exploração, debate e reflexão de ideias em torno de novos caminhos de investigação sobre o espaço público, com um enfoque em dinâmicas emergentes de transformação urbana e a utilização da imagem com especial incidência pela fotografia como instrumentos de pesquisa e comunicação. 


Biografias

Pedro Leão Neto (AAI / CEAU / FAUP)
Arquitecto pela FAUP (1992) é investigador e professor auxiliar na FAUP desde 2007 na área da Comunicação de Arquitetura e Fotografia, sendo coordenador do grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI), diretor da associação cultural Cityscopio e fundador e coordenador editorial das Edições scopio. Neto foi curador de várias exposições de fotografia de arquitetura em Portugal e no estrangeiro, bem como de diversos cursos, debates e seminários internacionais em torno do universo da Arquitetura, Arte e Imagem, sendo autor e editor de mais de 40 livros sobre estes temas. É o Diretor da revista científica Sophia Journal, uma publicação indexada com revisão por pares que integra uma conferência internacional, agora com uma chamada aberta centrada na habitação pública em múltiplas geografias. Concluiu o pós-doutoramento "Mapeamento de Fotografia Documental e Artística: Um olhar Contemporâneo sobre Arquitectura e Espaços de Referência no Porto" (2018) que integrou diversos projetos de fotografia contemporânea centrados na obra de Álvaro Siza e foi publicado em livro, tendo sido reeditado numa versão bilingue ampliada em 2022. Foi coordenador e Investigador Responsável (IR) de vários projetos de investigação nacionais e internacionais financiados por fundos públicos, como por exemplo, "Espaços Visuais de Mudança" financiado pela FCT (2019-2023).

A investigação de Neto, profundamente enraizada na sinergia entre inovação pedagógica e atividades de extensão universitária, exemplifica uma abordagem multidisciplinar que abrange a Arquitetura, a Arte, o Design e a Fotografia. Um trabalho significativo que se alinha com os objetivos pedagógicos de Neto é o projeto Contraste, que estabelece uma rede de iniciativas artísticas multidisciplinares que melhoram o panorama educativo da fotografia em diversas áreas artísticas e disciplinares. Ao promover colaborações entre onze instituições de ensino superior, o projeto amplia o impacto pedagógico e interdisciplinar da fotografia na Arquitetura, Arte, Design e Fotografia, apresentando resultados significativos como as publicações "Contraste I e II: Fotografia no Ensino Superior".

Luciano Bernardino da Costa (IAU-USP)
Professor-Doutor do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, campus São Carlos. Co-coordenador do Núcleo de Espacialidades Contemporâneas, NEC. Atua em ensino e pesquisa na graduação e pós graduação na área de ‘Representação e Linguagem da Arquitetura e da Cidade’ em suas interlocuções com a produção artística, a imagem e a percepção do urbano, tendo artigos e ensaios teóricos-fotográficos publicados sobre o tema em revistas nacionais e internacionais e em Anais de Congressos. Doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo_FAU-USP, 2010, na área de Projeto, Espaço e Cultura. Mestrado em Educação pela UNICAMP, 2001. Graduação em Ciências Sociais, UNICAMP. Tem a fotografia como companheira em reflexões e experimentações visuais voltadas ao espaço urbano.

 

2ª edição do Project Rooms 2024 - Rodrigo Machado Encarnação - Bienal' Fotografia do Porto

 

Participação da FAUP no Project Rooms 2024 - Ci.CLO - BienaL Fotografia do Porto


Rodrigo Machado Encarnação - Artista seleccionado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto para integrar os Project Rooms 2024 da Bienal Fotografia do Porto

Rodrigo Machado Encarnação em representação da FAUP estará na Bienal Fotografia do Porto, entre os 6 artistas emergentes selecionados pelas 6 escolas de arte parceiras da Bienal Fotografia do Porto para integrar os Project Rooms em 2024.

A apresentação decorrerá no dia 4 de junho 2024, às 18h, no Batalha Centro de Cinema.

Esta apresentação assinala o início da segunda edição dos Project Rooms, que têm como intenção apoiar a produção de um portefólio sobre os projectos de final de curso, para ser apresentado a profissionais das artes e público geral. Os artistas emergentes seleccionados terão a oportunidade de discutir a produção e a apresentação do seu portefólio com 3 profissionais no campo das artes visuais — Vera Carmo, curadora independente, e os diretores artísticos da Bienal’23 Fotografia do Porto, Jayne Dyer e Virgílio Ferreira.

O professor responsável por acolher o projeto na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto foi o professor Pedro Leão Neto.

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Organização e Produção: Ci.CLO Plataforma de Fotografia

Apoio Financeiro: República Portuguesa – Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal do Porto

Mecenas: Banco BPI, Fundação “la Caixa”

Instituições de ensino parceiras: Escola Superior Artística do Porto, Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Escola Superior de Media Artes e Design, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Escola das Artes Católica Porto

Parceiros: Batalha Centro de Cinema

 

OPEN CLASS | CONTRAST project & Open Call - INTERNATIONAL DRAWING AND PHOTOGRAPHY CONTEST

 

OPEN CLASS | CONTRAST project & Open Call - INTERNATIONAL DRAWING AND PHOTOGRAPHY CONTEST


Terça-feira, dia 27 de fevereiro 2024, às 19h | Auditório do Pavilhão Sul, FBAUP



Exploring Contemporary Realities é a nova temática geral do CONTRAST, projeto que será apresentado no dia 27 de fevereiro 2024 às 19h, assim como serão abordadas outras iniciativas (DPIc) e analisado o trabalho desenvolvido até ao momento.

A aula aberta será da responsabilidade de Pedro Leão Neto, coordenador do projeto CONTRAST, sendo especialmente dirigida aos estudantes do Mestrado em Design e Imagem (MDI).

O projeto CONTRAST pretende contribuir para a divulgação, criação e ensino da fotografia na sua interação com a Arte, Arquitectura e Design. Esta contribuição será desenvolvida no âmbito nacional e internacional através da partilha de experiências e conhecimentos entre escolas, grupos e associações não académicas, aproximando o interesse de diversos públicos por estes temas numa perspetiva transversal e holística.

O projeto CONTRAST conta com o envolvimento direto de onze escolas de ensino superior a lecionar fotografia em diversas áreas disciplinares e artísticas: ARCO, DARQ, DCAM, EA.UCP, FEUP, ESAP, ESMAD, FAUP, FBAUL, FBAUP, FEUP e IPT.

O projeto pretende, nos próximos dois anos, reforçar a sua componente de investigação, bem como alargar as suas parcerias, nomeadamente no contexto Europeu com outras instituições e redes artísticas próximas do nosso universo de interesse. Com este objetivo de internacionalização do projeto CONTRAST foi criada uma parceria com a Society for Artistic Research (SAR) sociedade internacional sem fins lucrativos, artística e científica, dedicada ao desenvolvimento, ligação e divulgação internacional da investigação artística como uma prática específica de produção de conhecimento. O objetivo é iniciar um projeto piloto em que os projetos de fotografias das instituições parceiras possam ser criados e alojados na plataforma Research Catalogue, uma infraestrutura internacional de investigação artística que permite a publicação multimédia.

CHAMADA ABERTA | CONCURSO INTERNACIONAL DE DESENHO E FOTOGRAFIA (DPIc) UTOPIA 500

Estamos atualmente na terceira edição do Concurso Internacional de Desenho e Fotografia (DPIc), um concurso integrado na scopio Magazine Architecture, Art and Image direcionado para a Identidade dos espaços das Universidades e da experiência e trabalho docente abertos a todas as comunidades académicas, tanto em Portugal como no estrangeiro.

 

Aula Aberta | OPEN CLASS | WORKSHOP FOR STUDENTS OF THE PHOTOGRAPHY AND COMMUNICATION IN ARCHITECTURAL DESIGN (CAAD II) CURRICULAR UNIT

 

OPEN CLASS | WORKSHOP FOR STUDENTS OF THE PHOTOGRAPHY AND COMMUNICATION IN ARCHITECTURAL DESIGN (CAAD II) CURRICULAR UNIT

FRIDAY - 9 / 2 / 2024 - 14:30 | 16:00, Sala do Janelão - FAUP



next class, on Friday 9 February, a Webinar WILL TAKE PLACE especially for OUR CURRICULAR UNIT from the Society for Artistic Research team - to introduce the Research Catalogue platform.
As you know, in the second half of the year we will be working with this international platform of various institutions linked to the teaching of art and architecture.

Webinar with examples of operators and programme content for using the Research Catalog platform, RC
CLASS / WORKSHOP FOR STUDENTS OF THE PHOTOGRAPHY AND COMMUNICATION IN ARCHITECTURAL DESIGN (CAAD II) CURRICULAR UNIT

1st Cycle / 3rd Year
DATES: FRIDAY - 9 / 2 / 2024 - 14:30 | 16:00

 

OPORTUNIDADE | OPPORTUNITY

 

OPORTUNIDADE | OPPORTUNITY |
DISSERTAÇÃO EM VOLTA DA obra fotográfica de Luis Ferreira Alves

 

Desenvolvimento da Dissertação Final com um estudo sobre o universo da obra fotográfica de Luis Ferreira Alves.

MIARQ | AAI-CEAU-FAUP

U.Porto


O grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI) oferece a oportunidade a finalistas do curso do MIARQ ou finalistas Erasmus na FAUP que queiram desenvolver a sua tese de dissertação final com base num caso de estudo em volta do universo da obra fotográfica de Luis Ferreira Alves.

O finalista selecionado irá desenvolver uma dissertação em torno da obra fotográfica de Luis Ferreira Alves. que será integrado no projeto de investigação Mapeamento Fotográfico da Arquitetura em Portugal: a influência da obra fotográfica de Luis Ferreira Alves para a disseminação e compreensão da arquitetura portuguesa a partir dos anos 80.

A realização de uma dissertação inserida neste projeto tem como objetivo despertar o interesse e conhecimento sobre a obra de Luis Ferreira Alves, bem como estimular o desenvolvimento de sentido crítico, criatividade e autonomia na investigação em Arquitetura, Arte e Imagem, com ênfase na fotografia e sua interseção com arquitetura.

O trabalho de dissertação será orientado pelo Prof. Doutor Pedro Leão Neto, coordenador do grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem, e em colaboração com a Cityscopio – Associação Cultural / Edições scopio. No final do período do estágio, o finalista terá de elaborar um relatório, a validar pelo supervisor.

Os candidatos serão selecionados em função do mérito do Curriculum apresentado (formação académica e experiência internacional) e afinidade relativamente à área temática do trabalho proposto. Pretende-se que o candidato seja organizado e dinâmico, capaz de trabalhar em equipas interdisciplinares e cumprir responsabilidades em tempo útil.


Oferece-se:

- Integração e colaboração com o grupo de investigação AAI, pertencente ao centro de I&D da FAUP;

- Possibilidade de colaborar com Equipa ligada ao legado de Luis Ferreira Alves;

- Possibilidade de apoio e suporte da Casa da Arquitetura, nomeadamente através da possibilidade de consulta do Acervo de Luis Ferreira Alves que está no seu Arquivo;

- Possibilidade de concorrer a diversos programas de apoio:  Apoios e Bolsas Gulbenkian, Apoio às Artes DGArtes e programa de apoio a jovens – Bolsas de Estágio Santander – e Bolsas de Mérito – Apoio à Dissertação – SASUP – U.Porto.

Consulta de mais informação em formato PDF e no SIGARRA FAUP.

Envio de CV e portefólio para: 


info.aai@arq.up.pt

 

1ª edição do Project Rooms - Nuno Filipe Ferreira - Bienal'23 Fotografia do Porto

 

Videografia © Igor Sterpin

Participação da FAUP no Project Rooms - Ci.CLO - Bienal'23 Fotografia do Porto


Nuno Filipe Ferreira - Artista seleccionado pelo docente Pedro Leão Neto da Faculdade de Arquitetura do Porto da Universidade do Porto para integrar os Project Rooms da Bienal Fotografia do Porto em 2023

Nuno Ferreira em representação da FAUP fala sobre o seu projeto centrado num exercício de reflexão a partir da fotografia sobre as preocupações relacionadas com a transformação do território, do espaço público e do meio ambiente a partir do Metro do Porto.

Fragmentos Metro OPO
"A cidade é um ser em constante mutação e agrega em si de uma malha de realidades que, habitando o mesmo espaço físico, fluem e se cruzam num permanente jogo de oposições ou complementaridades interdependentes. É algo que se torna aparente através dos sistemas de transporte urbano tal como é o caso do sistema de metropolitano do Porto que funciona como um importante instrumento de transformação dos espaços urbanos ao mesmo tempo que é um organismo catalisador de novas dinâmicas e vivências."

Project Rooms é um projecto da Bienal’23 Fotografia do Porto que apoia a criação de portefólios e promove encontros e oportunidades de networking entre artistas emergentes e profissionais das artes.A Bienal Fotografia do Porto é organizada e produzida pela Ci.CLO e financiada pela Câmara Municipal do Porto e pela Direção-Geral das Artes, com o apoio mecenático do Banco BPI da Fundação "la Caixa", com o apoio institucional da Comissão Nacional da UNESCO e uma rede de vários parceiros estratégicos a nível nacional e internacional. 

Foram 6 os artistas emergentes seleccionados pelas 6 escolas de arte parceiras da Bienal'23 Fotografia do Porto para integrar os Project Rooms.

Project Rooms têm como intenção apoiar a produção de um portefólio sobre os projectos de final de curso, para ser apresentado a profissionais das artes — Pablo Berástegui, diretor da Galeria Salut au monde!, e os diretores artísticos da Bienal Fotografia do Porto, Jayne Dyer e Virgílio Ferreira - e público geral.

Artistas emergentes

  • Catarina Braga (FBAUP)

  • Mário Santos (ESAP)

  • Nuno Ferreira (FAUP)

  • Paulo Malafaya (FBAUL)

  • Rita Queiroz (Escola das Artes UCP)

  • Rita Silva (ESMAD)

Os professores responsáveis por acolher os projetos em cada instituição de ensino também participaram no evento, nomeadamente José Carneiro da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, o professor Carlos Lobo da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto, o professor João Leal da Escola Superior de Media Artes e Design, o professor Pedro Leão Neto da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, o professor Rogério Taveira da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e o professor Rui Lourosa da Escola Superior Artística do Porto.

 

Project rooms

 

Fotografia / Photography © Pedro Sardinha

Participação da FAUP no Project Rooms - Ci.CLO - Bienal'23 Fotografia do Porto

Teve lugar no passado dia 21 de junho pelas 19 horas, no Batalha Centro de Cinema, a apresentação dos 6 artistas emergentes seleccionados pelas 6 escolas de arte parceiras da Bienal'23 Fotografia do Porto para integrar os Project Rooms — no Batalha Centro de Cinema, às 19h.

A apresentação por parte dos artistas emergente assinalou o início da primeira edição dos Project Rooms, que têm como intenção apoiar a produção de um portefólio sobre os projectos de final de curso, para ser apresentado a profissionais das artes — Pablo Berástegui, diretor da Galeria Salut au monde!, e os diretores artísticos da Bienal Fotografia do Porto, Jayne Dyer e Virgílio Ferreira - e público geral.

Artistas emergentes

  • Catarina Braga (FBAUP)

  • Mário Santos (ESAP)

  • Nuno Ferreira (FAUP)

  • Paulo Malafaya (FBAUL)

  • Rita Queiroz (Escola das Artes UCP)

  • Rita Silva (ESMAD)

Nuno Ferreira em representação da FAUP falou sobre o seu projeto centrado num exercício de reflexão a partir da fotografia sobre as preocupações relacionadas com a transformação do território, do espaço público e do meio ambiente a partir do Metro do Porto.

Os professores responsáveis por acolher os projetos em cada instituição de ensino também participaram no evento, nomeadamente José Carneiro da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, o professor Carlos Lobo da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto, o professor João Leal da Escola Superior de Media Artes e Design, o professor Pedro Leão Neto da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, o professor Rogério Taveira da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e o professor Rui Lourosa da Escola Superior Artística do Porto.

 

Aula Aberta | Fotografia e experiência espacial nas cidades

 

Aula Aberta | ”Fotografia e experiência espacial nas cidades” com LUCIANO BERNARDINO DA COSTA (IAU-USP)

29 de novembro de 2023, 4.ª feira, 14h30, na Sala do Janelão da FAUP

Irá realizar-se no dia 29 de novembro de 2023, 4.ª feira, 14h30, na Sala do Janelão da FAUP mais uma sessão do ciclo de Conferências, Debates e Aulas abertas Arquitectura, Arte e Imagem (AAI) aberta a toda a comunidade académica da U. Porto, com especial enfoque para os alunos das unidades curriculares de Fotografia de Arquitectura, Cidade e Território (FACT) do 2º Ciclo e de Comunicação de Projeto de Arquitectura (CAAD I e II) do 1º Ciclo da FAUP, contando com a presença do Prof. Dr. Luciano Bernardino da Costa (IAU-USP).

A aula aberta consistirá numa exposição informal e discussão alargada sobre as interseções entre o fenômeno urbano e a fotografia implicam, muitas vezes, na exploração das fronteiras entre o corpo situado e a representação. Como uma trama que se faz de ação, pensamento e visualidade, a rica tradição fotográfica e as práticas da deriva e do caminhar possibilitam desdobramentos em séries, inventários, constelações de imagens ou mesmo textos escritos em diálogo com processos artísticos ou com saberes diversos. Neste campo transversal de produção de conhecimento, o qual perpassa muitas das pesquisas sobre as espacialidades urbanas, situa-se esta aula aberta ao trazer reflexões sobre projetos em andamento no Brasil sob três perspectivas: i) tecnologias do ver, estética fotográfica e urbanidade;  ii) paisagem: o “ver de perto”, o “ver de longe” em um conjunto habitacional; iii) fotografia, escrita e experimentações visuais.

Através da realização destas aulas abertas pretende-se contribuir para a criação de um espaço de exploração, debate e reflexão de ideias em torno de novos caminhos de investigação sobre o espaço público, com um enfoque em dinâmicas emergentes de transformação urbana e a utilização da imagem com especial incidência pela fotografia como instrumentos de pesquisa e comunicação. 

Estas sessões são abertas a toda a comunidade académica e a entrada é gratuita

Enquadramento

A organização destas conferências / debates / aulas abertas é da responsabilidade da organização do grupo de investigação Arquitetura, Arte e imagem (AAI / CEAU / FAUP) e scopio Editions.

O objectivo geral destas actividades tem sido o de promover uma ampla reflexão sobre o contributo das imagens na compreensão da realidade e na construção de imaginários, entre o documento e a ficção, entre a reprodução e a manipulação, entre o analógico e o digital. Estas actividades têm vindo a integrar diversas acções ligadas ao universo da imagem contemporânea, mais especificamente à fotografia, permitindo também a participação de grupos e cidadãos exteriores à academia, abrindo desta forma as universidades à sociedade civil e a outras instituições.
No universo da Imagem, a Fotografia é objecto de particular interesse, sendo explorada e analisada de forma crítica como um instrumento de registo e investigação numa perspectiva Inquisitiva, Curatorial e Comunicativa. O espaço privilegiado para esse registo e investigação fotográfica é o da Arquitectura, entendida como um universo amplo que integra simultaneamente os níveis macro e micro da transformação do Território e da Cidade e as suas múltiplas Vivências. 

Com o apoio institucional da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), da Reitoria da U. Porto e da scopio Editions, este Ciclo AAI – Arquitectura, Arte e Imagem - está muito ligado à exploração da fotografia como instrumento de reflexão sobre a transformação do espaço público. 


Biografias
Luciano Bernardino da Costa (IAU-USP)
Professor-Doutor do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, campus São Carlos. Co-coordenador do Núcleo de Espacialidades Contemporâneas, NEC. Atua em ensino e pesquisa na graduação e pós graduação na área de ‘Representação e Linguagem da Arquitetura e da Cidade’ em suas interlocuções com a produção artística, a imagem e a percepção do urbano, tendo artigos e ensaios teóricos-fotográficos publicados sobre o tema em revistas nacionais e internacionais e em Anais de Congressos. Doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo_FAU-USP, 2010, na área de Projeto, Espaço e Cultura. Mestrado em Educação pela UNICAMP, 2001. Graduação em Ciências Sociais, UNICAMP. Tem a fotografia como companheira em reflexões e experimentações visuais voltadas ao espaço urbano.

Pedro Leão Neto (AAI / CEAU / FAUP)
Arquitecto pela FAUP (1992) onde actualmente é regente de Comunicação, Fotografia e Multimédia do 2º ciclo, é coordenador do grupo de investigação CCRE, integrado no centro de I&D da FAUP, coordenador do AAI 2 Lab integrado no Centro de Competências da Universidade do Porto para a área dos media U.Porto Media Innovation Labs (MIL) e Director da Associação Cultural Cityscopio (ACC). É Editor e coordenador responsável das publicações da scopio Editions desde 2010, cujo enfoque é o da fotografia documental e artística relacionada com Arquitectura, Cidade e Território.

 

CONTRAST: MULTIDISCIPLINARY ARTISTIC NETWORK OF ART, ARCHITECTURE, DESIGN AND PHOTOGRAPHY FUNDED BY DGARTES

 
 

CONTRAST: MULTIDISCIPLINARY ARTISTIC NETWORK OF ART, ARCHITECTURE, DESIGN AND PHOTOGRAPHY FUNDED BY DGARTES | 2023

PT / ENG

The "CONTRAST: MULTIDISCIPLINARY ARTISTIC NETWORK OF ART, ARCHITECTURE, DESIGN AND PHOTOGRAPHY" (CONTRAST) project, led by the Architecture, Art, and Image (AAI-CEAU-FAUP) research group, coordinated by Pedro Leão Neto, in partnership with the Cultural Association Cityscopio, ESMAD-uniMAD, and FBAUP-i2ads and ID+, has been selected for funding by DGARTES in the Support for Projects Program.

CONTRAST's work, along with its team and partners - ARCO, DARQ, DCAM, EA.UCP, ESAP, ESMAD, FAUP, FBAUL, FBAUP, FEUP, and IPT - has been recognized both in terms of Creation and Education and in the network of initiatives involving Dissemination, Debate, and Editorial activities related to Photography and its interaction with Art, Architecture, and Design. This is considered an important achievement, and the project expresses gratitude to all its partners for their support and active participation, which greatly contributed to being selected by DGARTES once again.

It's also important to note that these projects hold significance in the curriculum of the institutions and the participating educators. All the institutions and educators are integrated as members of the project team funded by competitive grants, officially documented on the CEAU-FAUP website.

Over the next two years, the project will strengthen its research component and expand partnerships, especially within the European context, with other institutions and artistic networks related to their area of interest. To internationalize the CONTRAST project, a partnership will be established with the Society for Artistic Research (SAR), an international nonprofit society dedicated to the development, connection, and international dissemination of artistic research as a specific knowledge production practice. The goal is to initiate a pilot project in which the photographic projects of partner institutions can be created and hosted on the Research Catalogue platform, an international infrastructure for artistic research that allows multimedia publication.

In addition to the new partnership with the Society for Artistic Research (SAR), collaboration continues with three schools outside of Portugal, namely the Liverpool School of Architecture (LSA), the Zaragoza Unidad Predepartamental de Arquitectura at the University of Zaragoza (UNIZAR), and the Universitat Politècnica de Catalunya BarcelonaTech (UPC) in Barcelona.
equipa

direCtor

Pedro Leão Neto (FAUP / CEAU / SCOPIO)

ARTISTIC AND SCIENTIFIC COUNCIL

Pedro Tropa (AR.CO)

Orlando Franco (DCAM)
Rodrigo Peixoto (DCAM)
Sofia Silva (DCAM)

José Maças de Carvalho (DARQ)

Carlos Lobo (EA.UCP)

Eduarda Neves (ESAP)
Maria Covadonga Barreiro (ESAP)
Nuno Ramalho (ESAP)
Rui Lourosa (ESAP)

João Leal (ESMAD / Unimad)
Luís Ribeiro (ESMAD / Unimad)
Olívia da Silva ( ESMAD / Unimad)

Maria Neto (CEAU / FAUP / UBI)
Mário Mesquita (FAUP / FBAUP / i2ADS)

Rogério taveira (FBAUL)
Victor dos Reis (FBAUL)

José Carneiro (FBAUP / i2ADS)
Susana Lourenço Marques (FBAUP / i2ADS)

Jorge Manuel Gomes Barbosa (FEUP)

Cecília BABTISTA (IPT)
Alexandre Magalhães (IPT)

João patrício (IPT)
Valter Ventura (IPT)


VÍDEOS
O livro Contrast
Vídeo da plataforma Contrast
Sobre o projeto contrast - legendado
SOBRE PROJETO CONTRAST
CONTRAST II_FULL BOOK VIDEO
CONTRAST I BOOK VIDEO
Entrevista CONTRAST: Pedro Leão Neto

NEWS AND OTHER LINK
NEWS IN CONTRAST PLATFORM

“CONTRAST: REDE DE INICIATIVAS ARTÍSTICAS MULTIDISCIPLINARES NA ARTE, ARQUITETURA, DESIGN E FOTOGRAFIA FINANCIADO PELA DGARTES

 
 

CONTRAST: Rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia" FINANCIADO PELA DGARTES | 2023

PT / ENG

O projecto "CONTRAST: Rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia" (CONTRAST) liderado pelo grupo de investigação Arquitetura, Arte e Imagem (AAI-CEAU-FAUP), coordenado por Pedro Leão Neto, com gestão em parceria com a Associação Cultural Cityscopio, a ESMAD-uniMAD e a FBAUP-i2ads e ID+ foi seleccionado para financiamento pela DGARTES no concurso de apoio Programa de Apoio a Projetos – Programação.

CONTRAST vê assim reconhecido o trabalho desenvolvido por toda a equipa e parceiros - ARCO, DARQ, DCAM, EA.UCP, ESAP, ESMAD, FAUP, FBAUL, FBAUP, FEUP e IPT - quer em termos de Criação e Ensino, quer na rede de iniciativas de Disseminação, Debate e Editorial em volta da Fotografia e sua interação com a Arte, Arquitectura e Design. Acreditamos que isto é uma vitória importante e queremos agradecer a todos os parceiros  o apoio que nos deram e a participação ativa que muito contribuiu para novamente sermos selecionados pela DGartes.

Importa também referir a importância que estes projectos têm no currículo das instituições e dos docentes envolvidos, estando todas as instituições e docentes integrados como membros da equipa de projecto financiado por fundos competitivos, informação disponível oficialmente no site do CEAU-FAUP

Iremos agora, nos próximos dois anos, reforçar a componente de investigação do projeto, bem como alargar as nossas parcerias, nomeadamente no contexto Europeu com outras instituições e redes artísticas próximas do nosso universo de interesse. Com este objetivo de internacionalização do projeto CONTRAST irá ser criada uma parceria com a Society for Artistic research (SAR) sociedade internacional sem fins lucrativos, artística e científica, dedicada ao desenvolvimento, ligação e divulgação internacional da investigação artística como uma prática específica de produção de conhecimento. O objetivo é iniciar um projeto piloto em que os projetos de fotografias das instituições parceiras possam ser criados e alojados na plataforma Research Catalogue, uma infraestrutura internacional de investigação artística que permite a publicação multimédia.

Para além da nova parceria criada com a Society for Artistic research (SAR), continua a nossa colaboração com três escolas fora de Portugal, nomeadamente com a Liverpool School of Architecture (LSA), Zaragosa Unidad Predepartamental de Arquitectura da Universidade de Zaragoza (UNIZAR) e Barcelona Universitat Politècnica de Catalunya BarcelonaTech (UPC).

diretor

Pedro Leão Neto (FAUP / CEAU / SCOPIO)

CONSELHO ARTÍSTICO E CIENTÍFICO

Pedro Tropa (AR.CO)

Orlando Franco (DCAM)
Rodrigo Peixoto (DCAM)
Sofia Silva (DCAM)

José Maças de Carvalho (DARQ)

Carlos Lobo (EA.UCP)

Eduarda Neves (ESAP)
Maria Covadonga Barreiro (ESAP)
Nuno Ramalho (ESAP)
Rui Lourosa (ESAP)

João Leal (ESMAD / Unimad)
Luís Ribeiro (ESMAD / Unimad)
Olívia da Silva ( ESMAD / Unimad)

Maria Neto (CEAU / FAUP / UBI)
Mário Mesquita (FAUP / FBAUP / i2ADS)

Rogério taveira (FBAUL)
Victor dos Reis (FBAUL)

José Carneiro (FBAUP / i2ADS)
Susana Lourenço Marques (FBAUP / i2ADS)

Jorge Manuel Gomes Barbosa (FEUP)

Cecília BABTISTA (IPT)
Alexandre Magalhães (IPT)

João patrício (IPT)
Valter Ventura (IPT)


VÍDEOS
O livro Contrast
Vídeo da plataforma Contrast
Sobre o projeto contrast - legendado
SOBRE PROJETO CONTRAST
CONTRAST II_FULL BOOK VIDEO
CONTRAST I BOOK VIDEO
Entrevista CONTRAST: Pedro Leão Neto

NOTÍCIAS NOUTRAS PLATAFORMAS
NEWS IN CONTRAST PLATFORM

CANAL TELEVISIVO METRO TV DIVULGA PROJETO CONTRAST: FOTOGRAFIA NO ENSINO SUPERIOR EM DIVERSAS ESTAÇÕES DO METRO DO PORTO

 
 
 

CANAL TELEVISIVO METRO TV DIVULGA PROJETO CONTRAST: FOTOGRAFIA NO ENSINO SUPERIOR EM DIVERSAS ESTAÇÕES DO METRO DO PORTO


O canal televisivo Metro TV está presentemente a transmitir um conjunto de vídeo-clips sobre o projeto CONTRAST em diversas estações da Metro do Porto

O projeto Contrast corresponde à criação de uma rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia que conta com o envolvimento direto de onze escolas de ensino superior a lecionar fotografia em diversas áreas disciplinares e artísticas: ARCO, DARQ, DCAM, EA.UCP, ESAP, ESMAD, FAUP, FBAUL, FBAUP, FEUP e IPT. O projeto foi seleccionado para financiamento no concurso de apoio a projectos criação e edição da DGARTES, através da Associação Cultural Cityscopio e conta com o apoio da Metro do Porto que desta forma contribui para a divulgação e suporte  do ensino e investigação da fotografia em Portugal.

O projeto CONTRAST pretende contribuir para a divulgação, criação e ensino da fotografia na sua interação com a Arte, Arquitectura e Design. Esta contribuição está a ser desenvolvida no âmbito nacional e internacional através da partilha de experiências e conhecimentos entre escolas, grupos e associações não académicas, aproximando o interesse de diversos públicos por estes temas numa perspetiva transversal e holística.

Interessa à Metro do Porto apoiar o ensino, a investigação e a arte contemporânea e por isso disponibiliza os seus espaços para a divulgação, apresentação e debate sobre ARTE, ARQUITECTURA, DESIGN E FOTOGRAFIA em volta do projeto CONTRAST. Estão previstas para o ano letivo de 2022 / 2023 outras iniciativas de exibição de projetos de fotografia contemporânea com origem no projeto CONTRAST comunicados por intermédio de projecção de vídeo e fotografia em diversas estações da Metro do Porto.

A coleção CONTRAST: A FOTOGRAFIA NO ENSINO SUPERIOR é constituída por publicações em livro com uma periodicidade bienal e editadas pela scopio Editions, existindo já dois números publicados.

A plataforma online CONTRAST constitui um suporte significativo de interação entre as diversas instituições envolvidas, bem como de divulgação do programa e seus conteúdos, potenciando a dinâmica relacional entre os vários produtos que se propõem desenvolver explorando as potencialidades de vídeo/áudio e formatos de livro online.

A Exposição multimédia CONTRAST: Ensino da Fotografia na sua interação com a Arte, Arquitetura e Design integra o programa de disseminação da rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia que conta com o envolvimento direto de onze escolas de ensino superior a lecionar fotografia em diversas áreas disciplinares e artísticas: ARCO, DARQ, DCAM, EA.UCP, ESAP, ESMAD, FAUP, FBAUL, FBAUP, FEUP e IPT.

A exposição multimédia tem vindo a comunicar os trabalhos fotográficos de estudantes e de autores emergentes realizados no contexto de ensino das diversas instituições envolvidas neste projeto, permitindo simultaneamente ouvir os estudantes explicar os seus projetos, bem como observar os seus trabalhos fotográficos quer em formato de livro quer na plataforma online.

A exposição também tem acompanhado as mesas redondas, apresentações e conferências que têm vindo a ter lugar envolvendo as diversas instituições do projeto, reforçando desta forma a disseminação do seu programa e conteúdos, tirando proveito do potencial dos meios digitais como vídeo e áudio, assim como da sua plataforma online.

Facebook contrast
Instagram contrast